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Jardim de infância
Aos 3 anos o Diogo para
ser aceite no infantário foi necessário intervenção da
assistente social, pseudopsiquetria e relatórios médicos,
após alguma pressão junto da Direcção Regional de Educação do
Norte, que por ser um caso especial destacou uma Educadora do
ensino especial. No
infantário o Diogo permanecia apenas de manha horário de
educação especial até que foi arranjada uma tarefeira para
ocupar parte do turno da tarde, pois o menino que tem que ter
cuidados especiais "protecção da cabeça", não pode ser integrado
numa turma normal. O
Diogo com a educadora tem uma relação como se de uma mãe se
trata-se, após alguma terapia notaram-se melhorias que regrediam
após internamentos hospitalares, junto dos outros meninos o
Diogo é protegido pela diferença.
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